
segunda-feira, julho 28, 2008
Jornada de Trabalho na Festa do Avante

sexta-feira, julho 25, 2008
Reabertura de Blogue c/ os Parabéns ao Isaac
segunda-feira, junho 30, 2008
quinta-feira, junho 19, 2008
Parabéns Gustavo

sexta-feira, junho 13, 2008
Parabéns Rosinha

quinta-feira, maio 29, 2008
Parabéns Angélica

domingo, maio 25, 2008
Torneio europeu de hóquei em patins!
PARABÉNS ao meu jogador preferido... CHORÃO e à restante equipa que mais uma vez dignificou o nome do nosso país.

quinta-feira, maio 15, 2008
Indignação e Revolta

segunda-feira, maio 12, 2008
"A Fábula"

"Esopo" foi uma personagem lendária quase mítica do século VI a.C. (foi citado por Aristófanes, Platão, além de diversos filósofos e autores gregos. Sabe-se que ele foi um escravo libertado pelo seu último senhor, Xanto. Embora tivesse uma aparência estranha - consta que era corcunda - possuía o dom da palavra e a habilidade de contar histórias onde os personagens eram animais, das quais se retirava valores morais e sociais. Já no século V a.C., as fábulas de Esopo eram editadas e citadas por vários autores.
Fabulista da época dos imperadores Tibério e Calígula, nos primeiros séculos da era cristã, e seguidor de "Esopo", "Fedro" fez a sátira dos costumes e personagens da época. Por isso, com o grande incômodo que causaram as suas críticas, acabou sendo exilado. Nesta época, com a morte de Augusto, em 14 d.C., e a ascenção de Tibério, a monarquia tornou-se um verdadeiro despotismo, sufocando toda a aspiração de literatura e de independência. Publicou cinco livros de fábulas esópicas, com prováveis alusões aos acontecimentos de sua vida.

«A raposa e o cacho de uva»
Forçada pela fome, uma raposa tentava
apanhar um cacho de uva numa alta videira,
saltando com todas as forças;
Como não conseguisse alcançá-lo, disse, afastando-se:
"Ainda não estão maduras; não quero apanhá-las verdes".

"LA FONTAINE"
Francês de origem burguesa, nascido na região de Champagne, foi autor de contos, poemas, máximas, mas com as fábulas ganhou notoriedade mundial. Resgatando fábulas do grego Esopo (século VI a. C.) e do romano Fedro (século I d. C.), os textos de La Fontaine não apresentam grande originalidade temática, mas recebem um tempero de fina ironia.
"O Leão e o Rato" é uma fábula, primeiramente contada por "Esopo", e recontada por "La Fontaine".
«O leão e o rato»

Certo dia, o leão caiu numa armadilha, rugiu e fez esforço para dela escapar. Tudo em vão. Apareceu então o rato, e começou calmamente a roer as cordas da armadilha, finalmente libertando o seu benfeitor, e assim pagando a dívida.
O autor francês não só tornou mais actuais as fábulas de Esopo, como também criou suas próprias, de entre elas "A cigarra e a formiga", assim como a seguinte:
«O lobo e a cegonha»
Um lobo devorou a sua caça tão depressa, com tanto apetite, que acabou ficando com um osso entalado na garganta. Cheio de dor, o lobo começou a correr de um lado para o outro soltando uivos, e ofereceu uma bela recompensa para quem tirasse o osso da sua garganta. Com pena do lobo e com vontade de ganhar o dinheiro, uma cegonha resolveu enfrentar o perigo. Depois de tirar o osso, quis saber onde estava a recompensa que o lobo tinha prometido.

- Recompensa? – berrou o lobo. – Mas que cegonha pedinchona! Que recompensa, que nada! Você enfiou a cabeça na minha boca e em vez de lhe arrancar a sua cabeça com uma dentada, deixei que você a tirasse lá de dentro sem um arranhãozinho. Você não acha que tem muita sorte, seu bicho insolente! Desapareça daqui e tome cuidado para nunca mais chegar perto de minhas garras!
CHRISTIAN FURCHTEGOTT GELLERT
Nascido no primeiro quartel do século XVII, de origem humilde, filho de um pastor luterano de numerosa família. É uma das figuras mais representativas da fase intermédia do "Iluminismo" no território alemão.
A título de curiosidade registe-se que foi um dos poucos escritores alemães reconhecidos pelo rei letrado e francófono - Frederico II da Prússia. Tendo-lhe este perguntado se lera La Fontaine, Gellert respondeu, sem subterfúgios - «Eu sou um original».
«O pintassilgo», uma das fábulas mais simples e características do fabulário de "Gellert".
Na Alemanha, "Gotthold Ephraim Lessing" reagiu contra o que julgava ser uma excessiva literarização dos imitadores de La Fontaine. Em Fábulas (1759), apresenta importante monografia introdutória em que rejeita como perversões do gênero as elaborações literárias adoptadas a partir de "Fedro".
«O macaco e a raposa»
"Descreva-me um animal tão inteligente, a quem eu nunca poderia copiar!" Assim vangloriou-se o macaco contra a raposa. Porém, a raposa respondeu: "E você, diga-me qual o animal mais desprezível que poderia pensar em lhe copiar."
Escritores da minha nação, devo ser mais explícito?
"Gotthold Eprahim Lessing"
Sentado no seu trono de ossos, o leão
pensava em escravidão e morte,
Passou por ele um ouriço agarrado ao chão;
O déspota urrou: «Ah verme de má sorte!»,
E filou-o com a garra afiada;
«De um só trago sou capaz de engolir!»
E o ouriço: «Tu engoles-me em menos de nada;
Mas digerir-me é que não vais conseguir.»
Gottlieb Konrad Pfeffel
«Estamos satisfeitos!»
No aniversário de uma jovem águia o Rei Águia ofereceu à família um grande banquete, e convidou todas as legiões aladas para esta festa. Milhares de pássaros assistiam respeitosamente ao banquete, admiravam a opulência das iguarias e ainda mais a heróica capacidade digestiva do Rei.
Em língua portuguesa, a prática do gênero foi esporádica e não há nomes de grandes fabulistas. Depois de Bocage, Garrett publicou um volume de Fábulas e contos (1853), e, no século XX, surgiram as Fábulas (1955) de Cabral do Nascimento.
Por fim, deixo-vos aqui alguns pensamentos seleccionados por mim, para vos fazer reflectir...
"Um pedaço de pão comido em paz é melhor do que um banquete comido com ansiedade."
(Esopo)
"Viva como você gostaria de ter vivido quando estiver morrendo." (Gellert)
verdadeira desgraça, nada mais é que um verdadeiro bem para seu aperfeiçoamento moral".
(Sócrates)
"Procura ajudar o próximo. Se não fores capaz, então não faças mal aos outros." (Dalai Lama)
"Perder o entusiasmo provoca rugas na alma." (Samuel Ullman)
"A Humanidade deverá pôr um termo à guerra, ou a guerra irá pôr um termo à Humanidade."
(John Fitzgerald Kennedy)
"Os que menos sabem governar-se são os que mais ambicionam governar os outros."
(Marquês de Maricá)
"A ousadia é, depois da prudência, uma condição especial da nossa felicidade."
(Arthur Schopenhauer)
"As injurias são as razões dos que não têm razão."
(Jean-Jacques Rousseau)
"Um irmão pode não ser um amigo, mas um amigo será sempre um irmão."
(Benjamin Franklin)
"Aprende, como uma das tuas primeiras obrigações, a dominar-te a ti mesmo."
(Pitágoras)
"No momento em que realmente nos decidimos, então o universo começa a agir também.
Todo tipo de coisa começa a ocorrer - coisas que não ocorreriam normalmente, mas que acontecem porque você tomou a decisão.
Uma série de eventos flui dessa decisão, levantando a nosso favor todo tipo de imprevistos, encontros e assistência material que nenhuma pessoa no mundo poderia planejar que ocorresse na sua vida.
Seja lá o que você possa fazer, ou tenha o sonho de fazer - comece.
O arrojo tem dentro de si inteligência, poder e mágica.
Então comece agora". (Goethe)
"Nunca desesperes face às mais sombrias aflições de tua vida, pois das nuvens mais negras cai água límpida e fecunda."
(Provérbio chinês)
terça-feira, maio 06, 2008
Passeata pelo campo!
quarta-feira, abril 30, 2008
Vidas!
As penas que o protegem do frio;
As bicadas que lhe afiam o bico;
As migalhas que lhe saciam a fome;
Os telhados que lhe dão abrigo;
Que vida tão simples...tão simples...
Mas tão LIVRE e tão FELIZ!

Poema dedicado ao 1º Maio
São velhos...criânças...homens...mulheres...
Vidas amargas de dor
Infelizes e lutadores em vão
Almas perdidas sem cor
Úteis por certo, enquando o são...
Saco de encher dos emproados
Algibeiras vazias...sem fundo
Olhos cansados e abandonados
Na terra nascido e fecundo
Lábios que falam e não mentem
Mãos que trabalham e se perdem
Corações que sentem e não lamentem
Vidas difíceis...se acordem.
Porque padecem afinal os mais fracos?
Quem são os que tanto sofrem?
São as gentes da minha terra!
São fazedores da lei...da lei que lhes convêm;
São ministros do pacote...do pacote e do capote;
São ricos e poderosos...poderosos e ociosos;
São escória emproada...emproada e falhada;
São vilões da sociedade...da sociedade perdida;
São balelas que dizem...mas que o povo não ri;
São risotas de escárnio...de escárnio e mal-fazer;
São padrinhos uns dos outros...de outros e mais alguns;
São finórios requintados...requintados e letrados;
São senhores de classe...classe de quê?
Mas porque nos iludem?
E quem são estes que tudo podem?
São os hipócritas da minha terra!
Autoria: Paula Chorão
segunda-feira, abril 28, 2008
Refúgio das Letras!

Entre livros e letras me escondo como se o mundo lá fora não existisse, não respirasse...num amontoado de livros que se empilham uns nos outros à espera de serem devorados...folheados...entendidos ou nem tanto...prazerosos ou nem por isso...fantasiados de certa forma...deleito o meu olhar e refugio o meu SER.
Viro página por página no silêncio da noite, no aconchego do meu quarto...quero que o relógio pare de bater e me deixe avançar sem hesitar...paz espiritual e sossego mental para página a página, letra a letra ao fim chegar...
Livros que falam e esperam resposta, lábios que mudos palavras murmuram...olhos cansados que no papel sentem a cor e o brilho do SABER...
Ai...Se as vozes do Olimpo ecoassem pela terra e lançassem energia divina sobre nós...todas as forças se uniriam e o Mundo triunfaria...EU TRIUNFARIA!!!
Paula Chorão
quinta-feira, abril 24, 2008
25 de Abril SEMPRE
Mais um ano, mais uma comemoração. Evoco aqui este dia que amanhã se comemora para que não esqueçamos que a Liberdade é a causa mais bela de todas as causas. quarta-feira, abril 23, 2008
UM DIA DIFERENTE...
A saída do Estoril aconteceu no dia 17/4 pelas 13h e o transporte dos funcionários e convidados foi feito em confortáveis carrinhas Mitsubishi de 8 lugares.
A estadia em "PONTEVEDRA" foi para todos uma agradável surpresa, quando nos deparámos com um "palácio renascentista" de extremo conforto e requinte, como podem ver por algumas fotos aqui postadas.
O jantar do dia 17 foi muito agradável, requintado e em muito boa companhia.
A noite de copos prolongou-se pela noite dentro (+-5h matina), numa zona em Pontevedra, que mais parecia o Bairro Alto. A inevitável ressaca vem sempre no dia a seguir, quer seja aqui ou na lua..., mas não nos impediu de assistir à inauguração do navio.
Para quem nunca assistiu ao cerimonial...consiste em lançar uma garrafa de champanhe contra o costado do navio, seguido de longos apitos do navio e com todos a aplaudir.
Em seguida todos são convidados a visitar o navio e a assistir a uma simulação de carga com a abertura das tampas do porão.
Para não fugir à regra, o almoço foi outra agradável surpresa, ou seja fomos levados para uma mansão junto à praia do "Aguete" em "Marin" e fomos recebidos que nem uns príncipes e brindados com uma centena de "tapas" servidas à boa moda principesca.
Embora com muita chuva, o regresso foi feito com muita tranquilidade e se não fosse a ressaca teria sido melhor aproveitado.
Por tudo isto, acho que foi realmente UM DIA DIFERENTE...
segunda-feira, abril 21, 2008
quinta-feira, abril 17, 2008
1º Descida de Canoa de 2008
domingo, abril 13, 2008
Parabéns Chorinhas






















